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Durante este defeso, Paulo Fonseca deixou Braga e rumou ao leste da Europa, assinando pelo Shakhtar Donetsk. Não foi propriamente uma surpresa esta mudança de ares do treinador português depois de uma bela época no Minho, onde acabou em 4º lugar no campeonato, venceu a Taça de Portugal, chegou às meias-finais da Taça da Liga e aos quartos-de-final da Liga Europa. Mais importante que estes números finais, foi o muito bom futebol que os bracarenses praticaram durante grande parte da época, apesar de no último terço terem descido muito de produção qualitativa, talvez fruto do muito cansaço acumulado durante a época e de algumas lesões que afectaram elementos nucleares na manobra da equipa.

 

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Paulo Fonseca: «Estava em casa, vi muito futebol, inspirei-me na filosofia de jogo italiana. Havia a possibilidade de trazer algo novo quando regressei a Paços, não só à minha equipa técnica, como aos jogadores. E foi cativante perceber que trabalhar numa estrutura diferente nos traz novas visões de jogo. É um sistema táctico que me tem apaixonado, tanto assim que o trouxe para Braga. É diferente, dá-nos muitas vantagens no jogo e é para continuar»

«Os jogadores são inteligentes e perceberam a vantagem de actuar neste sistema. Tem de haver grande rigor, mas jogar assim também é uma forma de eles se valorizarem. Não acredito que haja jogadores que se valorizem sem ter bola. Essa é a essência do futebol, ter bola. Houve abertura, aceitação, necessidade de entender o porquê das coisas, e todos estão identificados com esta forma de jogar»

 

 

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