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O inicio de Pedro Martins na Cidade Berço

por P1nheir8, em 19.08.16

Depois de boas épocas no Marítimo e no Rio Ave, Pedro Martins chegou neste Verão à Cidade Berço, onde irá orientar o Vitória de Guimarães. As expectativas são altas para a época que se avizinha, já que o novo treinador chega com bom trabalho feito nos clubes anteriores e viu a sua nova equipa reforçar-se bem neste mercado, tendo um plantel bem acima da média daquilo que vemos na Liga NOS.

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A Premier League começou no passado sábado. Se há um ano nos dissessem que ia começar com um jogo do campeão em titulo num Hull City vs Leicester, ninguém acreditaria. Mas o que é certo é que o Leicester foi campeão na época passada e foram eles que abriram as hostilidades na nova época, visitando o terreno do primodivisionário Hull City. Não foi a estreia de sonho para os comandados de Claudio Ranieri, já que foram derrotados pela muito frágil equipa da casa, por 2-1.

 

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A solução Sarri

por P1nheir8, em 09.08.16

Ainda que, por agora, seja apenas em jogos amigáveis, está de volta aquele que é, para mim, o melhor futebol que se pratica em Itália. Falo, pois, do Nápoles, orientado por Maurizio Sarri. Uma equipa apaixonante e que no ano passado lutou pelo título com a poderosa Juventus, apesar de ter muito menos qualidade individual. Contudo, quando a bola rola, há poucas equipas na Europa mais agradáveis para ver que os comandados de Sarri. Defrontaram o Mónaco de Leonardo Jardim nesta pré-época, e derrotaram a equipa francesa por esclarecedores 5-0 (pese embora, o facto de o Mónaco ter jogado sem muitos titulares).

 

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*http://www.proscout.pt/a-pressao-e-reaccao-a-perda-do-sevilha-de-sampaoli/

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A garra basca a entrar em Paris

por P1nheir8, em 01.08.16

Depois de vencer 3 vezes a Liga Europa, consecutivamente, com o Sevilha, Unai Emery mudou-se durante este Verão para a capital francesa, onde comandará uma das equipas mais poderosas do mundo: o Paris Saint-Germain. A qualidade individual e os meios para conseguir maiores feitos, são imensamente superiores àqueles com que podia contar em Espanha. Agora, terá à sua disposição jogadores como: Kevin Trapp, Thiago Silva, David Luiz, Marco Verratti, Matuidi, Pastore, Di Maria, Cavani, entre muitos outros. O grande objectivo, será ganhar não só internamente (o PSG domina há largos anos o consumo interno), mas também conseguir algo mais onde têm falhado: na Liga dos Campeões.

 

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No dia de ontem, o Manchester City, treinado por Pep Guardiola, defrontou o Borussia Dortmund de Thomas Tuchel. Previa-se um excelente jogo e, apesar do relvado não ajudar em nada, a qualidade em campo foi bem acima da média, tanto de um lado como de outro, apesar das várias baixas de cada equipa.

 

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A organização ofensiva de Thomas Tuchel

por P1nheir8, em 23.07.16

Começou há pouco tempo a época e as equipas ainda têm poucos dias de trabalho, mas o Borussia Dortmund já está num nível bem avançado. As ideias da organização ofensiva de Thomas Tuchel (2ª época no clube) continuam todas lá e a equipa sabe claramente o que fazer no campo em termos ofensivos. É certo que o rumo parece ser o mesmo do ano passado, mas mesmo os novos jogadores já assimilaram muita coisa que o treinador pede. Ontem, jogo contra o Manchester United de José Mourinho, que ainda tem baixas importantes e está um pouco mais atrasado na preparação. O domínio dos alemães foi total, vencendo por esclarecedores e justos 4-1.

 

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Durante este defeso, Paulo Fonseca deixou Braga e rumou ao leste da Europa, assinando pelo Shakhtar Donetsk. Não foi propriamente uma surpresa esta mudança de ares do treinador português depois de uma bela época no Minho, onde acabou em 4º lugar no campeonato, venceu a Taça de Portugal, chegou às meias-finais da Taça da Liga e aos quartos-de-final da Liga Europa. Mais importante que estes números finais, foi o muito bom futebol que os bracarenses praticaram durante grande parte da época, apesar de no último terço terem descido muito de produção qualitativa, talvez fruto do muito cansaço acumulado durante a época e de algumas lesões que afectaram elementos nucleares na manobra da equipa.

 

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A França, orientada por Didier Deschamps, partiu para este Euro 2016 como uma das grandes favoritas à conquista da prova – ainda mais quando jogava em casa. No entanto, existiram algumas contrariedades que marcaram a preparação para este certame na selecção francesa. Lassana Diarra, Raphael Varane e Jérémy Mathieu lesionaram-se e não puderam dar contributo, assim como Aymeric Laporte que poderia ser uma alternativa. Mamadou Sakho foi suspenso preventivamente devido a um possível controlo anti-doping positivo e falhou assim também a prova. Mas a grande ausência, foi a de Karim Benzema, que por implicações num suposto escândalo de um vídeo sexual e posterior chantagem sobre o colega Mathieu Valbuena, foi afastado da prova, assim como o chantageado.

Não se pode dizer que a selecção gaulesa tenha deslumbrado em qualquer dos jogos que disputou até agora, estando em termos exibicionais aquém do esperado. O calendário não foi propriamente difícil, e apenas nas meias-finais se depararam com um grande teste, perante a campeã mundial Alemanha. Os franceses acabaram por vencer por 2-0, num jogo onde foram globalmente inferiores, mas onde tiveram a estrelinha do seu lado.

 

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Análise ao Portugal vs Croácia

por P1nheir8, em 27.06.16

No passado sábado, Portugal defrontou a Croácia nos oitavos-de-final do Euro 2016, tendo vencido no prolongamento com um golo de Ricardo Quaresma.

Não foi o jogo mais espectacular, com ambas as equipas a tomarem muitas precauções, sendo que Portugal deu mais a iniciativa de jogo ao adversário, tentando depois a partir de certas zonas impedir que eles construíssem e criassem, tendo como base muitas referências individuais.

Adrien entrou para a equipa titular e a sua principal função foi condicionar  Luka Modrić, tentando impedir que ele conseguisse construir ou criar algo na sua selecção. William Carvalho também andou sempre perto de Ivan Rakitić, tentando impedir que ele recebesse a bola entre as linhas de Portugal. Com estas marcações muito directas, muitas vezes abriram-se espaços em zonas que não deviam, mas que a Croácia nunca conseguiu aproveitar, visto apostar muitas vezes no jogo exterior. As dificuldades nos croatas aumentaram quando eram quase sempre os centrais a ter de construir - coisa em que eles não são muito fortes.

Duas selecções sempre a tentar preencher muito a área nos lances defensivos, tentando evitar situações de igualdade ou inferioridade numérica, assim como rápidos em transições defensivas, enquanto houve pernas para tal. Portugal atacou pouco, e das poucas vezes que o fez foi pouco eficaz. Nota para os movimentos de Raphaël Guerreiro para o interior, já que das poucas vezes que aconteceram desequilibraram o bloco croata.

Cristiano Ronaldo sentiu-se muitas vezes sozinho na frente e sem os colegas conseguirem criar algo, teve muitas dificuldades em aparecer. Com a entrada de Renato Sanches, Portugal conseguiu chegar um pouco mais na frente, fruto das características do jovem médio, tendo João Mário aparecido também um pouco mais. Nota para os lances de bola parada da Croácia, já que várias vezes criaram muito perigo.

 

 

 

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